Enxaqueca ou migrânea - a:care Abbott

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Enxaqueca

Visão Geral

Exaqueca

A enxaqueca

A enxaqueca, ou migrânea, é um distúrbio sensorial que afeta funções do sistema nervoso central, e ocorre devido às desordens relacionadas a fatores genéticos, psicológicos e anatômicos.

A diferença entre uma simples dor de cabeça e a enxaqueca pode ser comprovada cientificamente. A primeira refere-se a qualquer tipo de dor que ocorre no segmento cefálico do corpo. Já a enxaqueca é classificada pela Internacional Headache Society (Sociedade Internacional de Enxaqueca) como um tipo de cefaleia (dor de cabeça) com características próprias, listadas na Classificação Internacional de Cefaleias.

A enxaqueca caracteriza-se por uma dor pulsátil (que pulsa), geralmente acompanhada de fotofobia (hipersensibilidade à luz), fonofobia (hipersensibilidade aos sons), náusea e vômito. O quadro de dor pode durar até 72 horas e ser precedido ou acompanhado por uma aura, caracterizada por sintomas neurológicos, incluindo embaçamento ou presença de pontos luminosos ou manchas escuras na visão. Além disso, transtornos de humor, como irritabilidade, depressão e agitação, também podem estar associados às crises de migrânea.

Esse tipo de cefaleia pode ocorrer em qualquer idade, mas sua manifestação é mais comum em adolescentes e adultos jovens, entre 25 e 45 anos. Além disso, afeta mais as mulheres do que os homens.

 

O Diagnóstico

Seu diagnóstico baseia-se única e exclusivamente em características clínicas apresentadas pelos pacientes, não existindo marcador biológico possível de ser identificado em exames de imagem. Daí a necessidade de avaliação e acompanhamento por um médico neurologista e adesão total ao tratamento, que inclui a tomada dos medicamentos nos dias e horários prescritos pelo especialista.

 

Causas

Doença multifatorial e sem causas definidas, sabe-se que diversos fatores podem dar início a uma crise de migrânea, sendo os principais:

  • Alterações hormonais (nas mulheres, principalmente no período pré-menstrual);
  • Estresse físico e/ou emocional;
  • Fumo;
  • Insônia;
  • Exposição a fortes odores ou ruídos altos;
  • Consumo de determinados alimentos e outras substâncias, como o álcool e a cafeína.

Referências:

FUKUI et al., 2008; LEIRA; RODRÍGUEZ, 1996; MILLICHAP; YEE, 2003; VAUGHAN, 2008. DIENER et al., 2005.

Redação:
Andrea Luna Jornalista MTB: 45.172

Colaboradores:
Dr. Mauro Eduardo Jurno - CRM 21830 - Coordenador do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia.
Daniela Cierro Nutricionista - CRN 3 8790 - Consultora da Associação Brasileira de Nutrição.

 

Material destinado ao público geral

BRCNS190501- Maio/2019